quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Ao nosso passado, amiga.

Fui a tua fonte secreta, o brilho dos teus olhos,a sua noite divertida e o caminho da verdadeira felicidade. Fui tão amiga, tão sincera, e sempre sua correspondente. Seus risos e suas piadas, álbuns e recordações. Tanta amizade e ciúmes, tantas expectativas e sonhos.
As viagens para a casa de praia e as viagens pela estrada da casa de praia. Vi a gente crescer em um mundo tão igual, mesmo que sejamos tão diferentes, éramos nós duas, amigas. Estava sempre em encontro com o seu olhar, em encontro com as promessas que, tão pequenas, inventamos e vivemos no tempo.
Fui a esperança do futuro de nossa amizade. Tão amigas quanto irmãs e confidentes. Éramos nós, que acampávamos na varanda de casa, que ríamos de nós mesmas, e faziamos das ocasiões mais chatas os momentos que sempre vão estar em nossa memória, ou pelo menos na minha. Lembro-me das gaivotas que passavam no céu, e prometíamos que seríamos sempre assim, como elas, juntas, e que tudo seria guardado, como o peixe que pescamos às noites sem dormir, que eram destinadas às nossas confidências do dia.
Eu vi o futuro aparecer, eu vi amizades chegando, eu vi lembranças se apagarem, e além de tudo eu vi o que eu temia. Só eu vi, você ... bem, você ainda não viu. As viagens, os almoços, o peixe pescado, as noites e os nossos sonhos, ficaram no passado. Amadurecemos e ainda estamos vivendo, só que longe uma da outra, separadas pelo tempo, mas enlaçadas pela nossa eterna e mágica amizade. Talvez um dia, quem sabe, você também não reflita sobre isso? Mas não chore como eu chorei. Não faça isso. As novas amizades - por mais novas que sejam, o tempo agora, não importa tanto - não merecem.
Hoje, eu aprendi o verdadeiro significado da amizade ou talvez não. Fico pensando se tudo dura para sempre, ou se tudo é uma pequena obra da vida, para que cresçamos e aprendamos a -sempre- valorizar as amizades.
E sim, eu dedico todos os meus sonhos realizados à você,
minha, para sempre, amiga.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

I will survive.

Eu irei sobreviver sem os teus braços, sem ter o teu abraço. Irei sobreviverei sem as nossas danças, sem os nossos sonhos futuros. Hoje eu sei que cometi um erro, mas eu sobreviverei. Sim, eu sei que os nossos planos, só nossos, acabaram, mas, e daí? Eu irei sobreviver. Sem os nossos beijos que floresciam as madrugadas de outono e esquentavam as minhas frias noites de inverno.
Eu sobreviverei sem as brigas de ontem, sem o peso na consciência por causa de você amanhã. Sobreviverei sem os teus ciúmes ameaçadores, que quase sempre, dispertavam uma certa raiva em mim. Sem as patidas na porta, do choro e das histórias mal contadas quando você não vinha. Irei sobreviver sem você, EU SEI.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Destinatário: Saudade

Queria deixar claro que, a minha dor se torna maior, quando pronunciam o seu nome, então não me visite mais. Situações como o meu choro calado em um telefonema interurbano, não irá mais acontecer. Ou talvez, aquele beijo roubado de um outro amado, não quero. A não ser do meu. Separação e solidão, não estão mais aqui, por isso não venha. Loucuras de amor, num Sábado animado, sem o meu coração apertado é o que eu quero. Não sentirei sua falta. Tenho de volta as mãos do meu amor, entrelaçadas nas minhas e uma certa cor vermelha quando ele pronuncia o meu nome com tanto carinho. Então não te quero mais aqui. Na minha certeza, só tem espaço para nós dois. Então por que estávamos separados, amarrados em um nó, que nunca desatou?
Eu te ententendo, pois é isso o que você faz. Ausenta corações, para ver até onde o tamanho desse amor vai! Mas nós, superamos essa barreira a muito tempo! Alcançamos o limite do amor, ultrapassamos a fronteira de todos os sentimentos que querem nos separar, enclusive você, saudade. Por isso não venha mais nesse local, não visite mais os nossos corações, já te provamos que nós somos invencíveis.
Agradecida desde já,
mil batimentos para você,
ass.: um alvo de suas armadilhas.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Cessação da vida, ou não.

Na hora da morte, por mais que a pessoa tenha os seus erros, ela vira um juíz de seus próprios pecados.

Os segundos passam e o que você pensa é como está o seu motivo de viver. Ou por não tê-lo, pensará em morrer, mas não! Se você não tem nada além de você mesmo, isso será o seu grande motivo. O futuro talvez. O futuro e você. Tudo de ruim que aconteceu não importa mais, pois agora, é você e "ela". E tudo isso te sufoca, pois você não sabe o que fazer e nem o que fez. Um apreciador da vida - ou não - não merecia um fim antes da hora.
Mas quando você percebe que tudo o que aconteceu foi uma cilada da vida ou um susto superior, você irá mudar e irá ver que nada mais importa, além do seu motivo para viver, além da vida.
Por isso, para isso, e talvez por nada mais além disso, vamos viver hoje, pois o futuro é tão incerto e a humanidade - em geral - não tem tempo para pensar nesse assunto.
Então... um brinde a vida e aos seus apreciadores. Pois ela, e tudo o que há nela, é o seu grande e verdadeiro motivo para viver.

domingo, 9 de agosto de 2009

Sonhos.

Sonhe acordado, sonhe dormindo, sonhe de qualquer maneira. Sonhe brincando, amando e curtindo. Sonhe como uma criança. Sonhe como um adulto. Sonhe pequeno e sonhe grande. Sonhe por alto ou sonhe profundo. Sonhe rindo, chorando ou dando gargalhadas. Sonhe sozinho ou com companhia. Sonhe! Porque os sonhos são a parte boa da vida. Sonhe uma vez ao dia ou mais. Sonhe com o amor, com a vida ou até mesmo com o impossível. Sonhe e acredite. Acredite e sonhe. Não deixe os seus sonhos serem apenas sonhos perdidos em seu conforto. Transforme-os em realidade e sonhe mais. Trabalhe com os seus sonhos e quando eles estiverem realizados, não deixe de sonhar. Porque é com os sonhos que seguimos em frente. São eles que dão as nossas forças. Sonhos que um dia aquilo tudo vai ser diferente. Vai mudar. Vai crescer. Sonhar faz bem para o coração. Quem nunca exagerou em um sonho? Sonhou demais? Pois não ligue. Sonhe e realize.
" O sonho dá tudo aquilo que a relidade nos nega."

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Des[crente]

"Não vou olhar para trás, não vou!" saiu correndo repetindo a mesma frase várias vezes. Ser o patinho feio não era tão fácil assim. Anos e anos sendo ridicularizada por todos. A sua experiência relacionada a homens era um verdadeiro desastre. Talvez era esse o motivo pelo qual ela não acreditava em nada! Acreditar aliás sempre foi um problema. Ela não acreditava. Não acreditava no amor. "Amor... coisa de poeta".
E mesmo sem acreditar em nada o que estava acontecendo, ela correu o mais rápido, mas ele a seguia. Frágil e ofegante, a menina parou no meio da rua, apoiou suas mãos nos joelhos e finalmente respirou. Ele parou em sua frente também cansado e tentou explicar porque a beijou na festa, e porque não pediu desculpas. Mas nada a menina escutava, apenas o via como nunca tinha visto antes.
"Você me escutou? Agora sabe por que eu te beijei? Acredita no meu amor?" disse ele com o olhar mais puro e verdadeiro. Ela não escutara nada da sua explicação fora do normal, apenas disse: "Acredito! Agora... eu acredito!"

sábado, 1 de agosto de 2009

“Este blog tem glamour”

Ganheei um selo da Escritoras Teen (http://escritorasteens.wordpress.com/). Ameeeeeeei :D Obrigada mesmo. :D




Regras:
1.Deve exibir o Selo em seu Blog;
2. Quem me indicou: Escritoras Teens
Listar 5 desejos de consumo que te deixariam mais glamurosa:

  • Make up sempre.
  • Conhecer o Robert Pattinson
  • Amar, amar e amar!
  • Viajar pelo mundo.
  • Ler!

Indicar 5 glamurosas e avisá-las que foram escolhidas: