e você sorriu. Nunca tinha percebido como o brilho dos seus olhos retribuíam aquilo. Você disse que era melhor fechar os olhos, pois sentiria frio na barriga. Eu prefiri não fechar. A pontinha dos nossos pés estavam prontos para uma incrível derrapada. Um, dois, três, e descemos a ladeira. O que posso dizer daquele momento? O frio na barriga nem chegou perto da sensação que tive quando os seus dedos aperatavam forte os meus, enquanto o vendo balançava nossos cabelos em simetria com os raios de sol que penetravam na sua pele, os barulho dos nossos pés descalços correndo em meio a tanta loucura. Eu estava completamente feliz. A embriaguês do meu estômago aumentava, me senti tonta. Mas o que há? Eu estava com ele. Não só com ele, mas com o que restou de mim e da nossa insanidade por perigo. segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Segurei a sua mão,
e você sorriu. Nunca tinha percebido como o brilho dos seus olhos retribuíam aquilo. Você disse que era melhor fechar os olhos, pois sentiria frio na barriga. Eu prefiri não fechar. A pontinha dos nossos pés estavam prontos para uma incrível derrapada. Um, dois, três, e descemos a ladeira. O que posso dizer daquele momento? O frio na barriga nem chegou perto da sensação que tive quando os seus dedos aperatavam forte os meus, enquanto o vendo balançava nossos cabelos em simetria com os raios de sol que penetravam na sua pele, os barulho dos nossos pés descalços correndo em meio a tanta loucura. Eu estava completamente feliz. A embriaguês do meu estômago aumentava, me senti tonta. Mas o que há? Eu estava com ele. Não só com ele, mas com o que restou de mim e da nossa insanidade por perigo.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Pequenos momentos, podem fazer toda a diferença.
ResponderExcluirAdorei
Beijos